48 JACOBINENSES PELO #FORABOLSONARO

EM 2021 JÁ MORRERAM MAIS PESSOAS QUE EM 2020

Todo Brasil, inclusive Jacobina, foram as ruas nos dias 29/5 e 19/6 para denunciar a gestão genocida desse governo.

DIA 24/7 JACOBINA MARCA PRESENÇA NOVAMENTE NAS RUAS POR MAIS VACINA NO BRAÇO, COMIDA NO PRATO E #FORABOLSONARO

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Ao confirmar o envio você colabora fazendo pressão pelo #ForaBolsonaro em Jacobina, também iremos te enviar um link para participar do grupo de WhatsApp para receber informações sobre o ato e também outras ações do #ManifestaJacobina.

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maio
29

29M – Jacobina é Fora Bolsonaro

Sábado dia 29 de maio de 2021 dezenas de pessoas saíram às ruas para manifestar seu repúdio contra a política negacionista praticada pelo Governo do presidente Jair Bolsonaro. O Ato

maio
25

Agenda de Lives #ForaBolsonaro

Registramos aqui a participação nas redes e o registro de lives para denunciar os retrocessos de um governo genocida. Também para reafirmar que Jacobina é Fora Bolsonaro.   25/05 Terça

REGISTRO DE LIVES #FORABOLSONARO

Sua participação é importante no compartilhamento de conteúdos (fotos, textos, imagens e vídeos) para as redes sociais, vamos mostrar ao mundo que Jacobina é #ForaBolsonaro.

#forabolsonaro nas ruas e nas redes

Participação de Jalicia Muricy (Pró Zazá), Presidenta da UP em Jacobina e Valessio Brito, Vice-Presidente do PSOL em Jacobina. Apresentação do ato Jacobina na Rua pelo #ForaBolsonaro e também conversar sobre a luta nas ruas e nas redes.

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cpi covid-19 e os crimes de bolsoNaro

 

Participação de Raí Carneiro, Militante da UP e Maicom Douglas, Militante da UJS e do PCdoB em Jacobina.

 

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oS PROCESSOS DE IMPEACHMENT e O VOTO IMPRESSO Nas eleições 2022

Participação de Mariana Oliveira, Presidenta do PT em Jacobina, Prof. Dayvid Sena, Vice-Presidente do PCdoB e Daniel Braz, Presidente do PSOL em Jacobina.

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conheça os crimes debatidos na cpi covid-19 sobre a gestão de bolsonaro para pandemia

1. Boicote ao Plano Nacional de Imunização

O governo recebeu, ao menos, 11 ofertas de fornecedores para adquirir vacinas, mas respondeu a nenhuma delas. Dentre as propostas ignoradas está a da Pfizer, que ofereceu 70 milhões de doses no fim de 2020.
Além de não responder às ofertas, Bolsonaro politizou e atacou a CoronaVac, por ser produzida por um laboratório chinês, e desautorizou a compra de 46 milhões de doses que estavam sendo negociadas.

2. Promoção do uso de medicamentos ineficazes

O governo estimulou o uso de cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina e outros medicamentos que as pesquisas científicas comprovaram não ter efeitos no combate ao vírus.
O Ministério da Saúde, sob comando do general Eduardo Pazuello, comprou toneladas de matéria-prima superfaturada para o medicamento ser produzido pelo Exército.
Além de não ser eficaz contra a Covid-19, o uso abusivo dessas substâncias causa efeito colaterais graves que levaram alguns brasileiros à morte.

3. Negação da gravidade da pandemia

O presidente realizou vários pronunciamentos públicos menosprezando a gravidade da doença, que chamou de gripezinha, para sabotar as medidas de prevenção e isolamento.

4. Sabotagem contra o uso de máscara e o isolamento social

Bolsonaro usa as Forças Armadas para tentar intimidar governadores e prefeitos que seguem as orientações das autoridades de saúde e promovem políticas de distanciamento social. Numa de suas lives, o presidente chegou a atacar o uso de máscaras ao falar em falsos efeitos colaterais.

5. Boicote da realização de testes

Desde o início da pandemia, o governo deliberadamente sabotou a realização das testagens para subestimar a quantidade de mortos pelo coronavírus. Doações feitas por empresas para a compra de testes foram desviadas para programas assistenciais dirigidos pela primeira-dama, Michele Bolsonaro. Além disso, milhares de testes comprados estão abandonados em depósitos do governo prestes a perder a validade.

6. Tentativa de esconder a quantidade de mortes

O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente a divulgação oficial da quantidade diária de pessoas contaminadas e mortas. Diante disso, veículos de imprensa criaram um consórcio para apurar diretamente com os Estados os dados sobre a pandemia.

7.  Omissão nas mortes por asfixia em Manaus

O governo Bolsonaro foi informado com antecedência que o oxigênio acabaria em unidades de saúde no Amazonas, mas nada fez a respeito. Dezenas de pessoas, incluindo crianças que estavam numa UTI neonatal, morreram asfixiadas.
Além de cometer crime ao não agir na crise da falta de oxigênio, o Ministério da Saúde criou uma força-tarefa para pressionar médicos nas unidades de saúde públicas a receitarem medicamentos ineficazes contra o vírus.

8. Falta de insumos para intubação de pacientes

O governo Bolsonaro não criou um protocolo de distribuição, uso e monitoramento dos estoques de sedativos para intubação. Essa negligência provocou a escassez de insumos e fez com que pacientes estejam sendo intubados acordados e amarrados nas camas dos hospitais.
Além dessas condições desumanas de tratamento, a falta dos sedativos diminuem as chances de sobrevivência do doente.

9. Ministério da Saúde entregue a militares sem qualificação em Saúde

Depois de os ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich não toparem promover o uso de medicamentos ineficazes contra o vírus, Bolsonaro militarizou o Ministério da Saúde com membros das Forças Armadas sem qualquer qualificação na área da Saúde. O apagão na gestão fez com que vacinas que deveriam ser enviadas ao Amazonas fossem parar no Amapá.

10. Genocídio indígena

Os povos indígenas correm mais riscos de morte em caso de contaminação por terem menor resistência imunológica ao vírus, devido às suas condições de isolamento. Entretanto, o governo Bolsonaro não prestou a assistência adequada para evitar a infecção em massa em aldeias indígenas, o que configura crime de genocídio.

11. Disseminação de fake news sobre a doença

A rede bolsonarista, que inclui deputados federais e estaduais e operadores que atuam dentro do Palácio do Planalto, no chamado Gabinete do Ódio, disseminaram em massa informações falsas para minimizar a gravidade da pandemia, atacar medidas de isolamento e boicotar a vacinação. A CPI da Covid pediu ao ministro do STF Alexandre de Moraes acesso ao inquérito das fake news, que está sob responsabilidade da Suprema Corte.

12. Politização da pandemia

Bolsonaro transformou as medidas preventivas, a vacinação e a crise econômica provocada pela pandemia numa arma para atacar governadores e prefeitos que não aderiram ao discurso negacionista.
O presidente inclusive demorou a repassar recursos financeiros para ajudar  governos e prefeituras a enfrentarem a doença e seus efeitos. O repasse, apesar de estar previsto na legislação, só ocorreu após intervenção da Câmara.

13. Demora de reabrir leitos nos hospitais federais

Apesar do colapso hospitalar e das UTI estarem superlotadas, o governo Bolsonaro demorou de reativar leitos em hospitais federais que estavam fechado. Só no Rio de Janeiro, ao longo de 2020, pouco mais de mil leitos permaneceram inativos.

14. Falta de uma estratégia nacional de combate à pandemia

O governo Bolsonaro não criou uma estratégia centralizada com protocolos nacionais de enfrentamento à pandemia. A realização de campanhas de orientação dos brasileiros e a criação de um comitê de crise, que na prática não funciona, só ocorreram após o país ultrapassar a marca das 300 mil mortes.

15. Demora na retomada do pagamento do auxílio emergencial

Apesar de contar com toda estrutura tecnológica e social pronta para realizar os pagamentos da segunda rodada do auxílio, o governo Bolsonaro levou 4 meses para retomá-lo. O presidente usou o aumento da fome e do desespero das famílias como armas para atacar as políticas de isolamento dos governadores e prefeitos. Além disso, o valor pago, que é em média de R$ 250, é insuficiente para os brasileiros sobreviveram, já que em diversas capitais o valor da cesta básica passa dos R$ 600.